quinta-feira, 27 de novembro de 2014




Doutrinas - O Santuário Celestial e o Juízo (2.300 Tardes e Manhãs)



Esse assunto têm causado grande polêmica e confusão no mundo cristão. Muitos não compreendem bem a respeito da profecia de Daniel e o juízo. De fato é um assunto complexo, porém de fácil entendimento quando se estuda com sinceridade e cuidado.

Hebreus 8:1-2, 9:11 e 24, declara que Jesus entrou no Santuário Celeste como nosso advogado e intercessor.

O juízo universal

No livro do Apocalipse encontramos o anúncio de um juízo. Um juízo universal e de conseqüências eternas. Um dia Lúcifer disse que estava certo e Deus, errado. O Criador deu-lhe o tempo necessário para provar a validade de suas acusações e para esclarecer qualquer dúvida na mente das criaturas. Mas, finalmente, chega o dia em que todas as acusações e seus resultados devem ser julgados.

No capítulo 14 de Apocalipse, o apóstolo João nos leva a contemplar essa cena crucial do grande conflito entre o bem e o mal. “Vi outro anjo” – diz o profeta – “voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, tribo, língua, e povo.” (Apocalipse 14:6).


Quem é esse anjo e a quem simboliza?

Ao longo de todo o livro do Apocalipse são mencionados muitos anjos. Dessa vez João vê outro anjo. Este “anjo” ou “mensageiro” representa, segundo os comentaristas bíblicos, “os servos de Deus empenhados na tarefa de proclamar o evangelho”.1 Afinal de contas, a missão de pregar o evangelho foi dada por Jesus aos discípulos antes de o Mestre partir.” (Marcos 16:15 e 16). Quer dizer que, hoje, existe neste mundo um povo especial, com uma mensagem especial para ser dada aos moradores da Terra.

A mensagem que essas pessoas proclamam é a seguinte: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora de Seu juízo.” (Apocalipse 14:7). Essa mensagem é de suma importância porque é o anúncio do dia do acerto de contas: finalmente chegou a hora do julgamento. Quando o juízo findar, todo o Universo saberá sem sombras de dúvidas quem estava com a razão: Satanás ou Cristo. Lá nos céus, muito tempo atrás, Lúcifer acusou a Deus de ser tirano, arbitrário e cruel. Acusou-O de estabelecer princípios de vida que nenhuma criatura poderia cumprir e, portanto, de não merecer mais adoração nem obediência. Mas agora chegou o momento do veredicto final. A História encarregou-se de acumular as provas. Os livros serão abertos, e o juízo começará.

A Bíblia está cheia de afirmações que confirmam a existência de um juízo para a raça humana. Observe algumas delas:

“Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más.” (Eclesiastes 12:14)
“Porquanto [Deus] estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça…” (Atos 17:31)
“Porque importa que todos nós compareçamos ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou mal que tiver feito por meio do corpo.” (II Coríntios 5:10)
Mas a grande pergunta é: Quando acontece o juízo? Como saber o tempo exato em que esse julgamento terá início? Se nosso destino eterno está em jogo, não deveríamos preocupar-nos por estudar a profecia a fim de estar preparados para aquele dia?

O Dia do juízo


Para compreender as profecias do Apocalipse é preciso conhecer bem o Velho Testamento. Isso porque, no Apocalipse, muitos detalhes proféticos do Velho Testamento cobram sentido. No Apocalipse está o maravilhoso final da história que começa no Gênesis. Portanto, para saber quando começa o juízo que o Apocalipse menciona, é preciso rever, na história bíblica, quando se realizava o juízo em Israel, o povo de Deus no Velho Testamento.

Segundo o Mishná, que é a coleção dos escritos judeus, o juízo de Israel começava no primeiro dia do sétimo mês, com a Festa das Trombetas, e terminava no décimo dia, com a Cerimônia da Expiação. Até hoje esse dia é denominado “Yom Kippur“, que significa literalmente “dia do juízo”.2 Nesse dia, cada verdadeiro israelita renovava sua consagração a Deus e confirmava seu arrependimento, ficando, assim, perdoado e limpo. (Levítico 16:30)

Nesse dia, também, o sumo sacerdote de Israel efetuava a limpeza ou purificação do santuário, com sacrifícios de animais. Note agora o que a Bíblia diz a esse respeito: “Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos Céus se purificassem com tais sacrifícios; mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores. Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém, no mesmo Céu, para compadecer, agora, por nós, diante de Deus.” (Hebreus 9:23 e 24).

Um santuário no Céu e o juízo - 2.300 Tardes e Manhãs


Se você analisar com cuidado essa declaração bíblica, chegará à conclusão natural de que existe um Santuário lá nos Céus e que o santuário terreno do povo de Israel era apenas uma figura do verdadeiro que está nos Céus. Bom, se o dia da purificação do santuário de Israel era o dia do juízo para aquele povo, está claro que o dia da purificação do Santuário Celestial será também o dia do juízo da humanidade. Mas quando acontecerá isso? Se descobrirmos essa data, teremos descoberto a data do início do julgamento do planeta em que vivemos. Não é fascinante?

Agora vem algo que surpreende: a Bíblia contém uma profecia quase desconhecida pela humanidade (se você tiver uma Bíblia em casa, é só conferir). Essa profecia esta registrada em Daniel 8:14, e diz assim: “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs e o santuário será purificado.” Essa profecia não pode se referir à purificação do santuário de Israel, porque essa purificação era realizada a cada ano. Aqui está falando necessariamente da purificação do Santuário nos Céus. E isto é confirmado pela própria Bíblia (Hebreus 9:25 e 26). Isso que dizer que, se descobrimos quando termina essa profecia, teremos descoberto o dia da purificação do Santuário Celestial, ou seja, o dia do juízo dos seres humanos.

Enquanto Daniel orava pedindo que Deus lhe revelasse o significado da profecia, o anjo apresentou-se novamente ao profeta, dizendo: “No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a palavra, e entende a visão… Sabe e entende, que desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o Ungido, o Príncipe, haverá sete semanas e sessenta e duas semanas… E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício.” (Daniel 9:23 a 27).

Perceba que o período profético de 2300 anos começa quando saiu “a ordem para restaurar e edificar Jerusalém”. (Daniel 9:25; Esdras 7:7 e 11; Esdras 7:21 e 22). E a História registra que essa ordem foi dada pelo rei Artaxerxes, da Pérsia, no ano 457 a.C. Este é, então, o ano do início do período profético.
A profecia diz que, do ano 457 a.C. “até o Ungido Príncipe” (ou seja, o batismo de Jesus), haveria “sete semanas e sessenta e duas semanas”. Esse total de 69 semanas, em linguagem profética, equivale a 483 anos, o que nos leva ao ano 27 d.C., data em que historicamente realizou-se o batismo de Jesus. Até aqui a profecia tem-se cumprido com exatidão.
A profecia fala de uma semana a mais (sete dias proféticos = sete anos), que nos leva do ano 27 d.C. até o ano 34 d.C., quando o apóstolo Estevão foi apedrejado pelo povo judeu e, com isso, o tempo de Israel estava acabado. “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo” (Daniel 9:24), tinha dito o anjo ao explicar a profecia para Daniel. Isso também se cumpriu com exatidão.
A profecia afirma que, na metade dessa última semana – que nos leva ao ano 31 d.C. – “fará cessar o sacrifício”. Noutras palavras, Jesus morreria na cruz e já não seria mais necessário o sacrifício de animais que Israel realizava. A História registra que, exatamente no ano 31 d.C., Jesus foi morto, e você pode ver mais uma vez como a profecia se cumpriu de maneira extraordinária.
Até aqui, tudo aconteceu como estava previsto. A profecia foi dada a Daniel por volta do ano 607 a.C. e, séculos depois, tudo se cumpriu ao pé da letra.
Agora me acompanhe no raciocínio. Se, depois do período de 70 semanas (490 anos) continuarmos contando o tempo, concluiremos que o período de 2300 anos termina em 1844. Quer dizer que, naquele ano, segundo a profecia, o Santuário Celestial seria purificado, ou seja, começaria o grande julgamento da raça humana.

- 457 a.C. – Emissão da ordem para reconstruir Jerusalém (Esdras 7:11 e 12).
- 408 a.C. – Jerusalém reconstruída e o Estado judeu restaurado.
- 27 d.C. – Batismo de Jesus (Mateus 3:13 a 17).
- 34 d.C. – Morte de Estevão (Atos 7:54 a 60); a Igreja é perseguida (Atos 8:1 a 3) e o Evangelho é levado aos gentios (Atos 13:44 a 48).
- 1844 – Início do Juízo Investigativo (Daniel 8:14; Apocalipse 3:7 e 8).


No santuário de Israel, a porta que levava do lugar santo ao lugar santíssimo, era aberta a cada ano, no Dia da Expiação (que era o dia do juízo). Com relação ao Santuário Celestial é dito que:

“Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio Céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; nem também para Se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote de ano em ano entra no santo lugar com sangue alheio. Ora, neste caso, seria necessário que Ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, Se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de Si mesmo, o pecado.” (Hebreus 9:24 a 26)


Doutrinas - A Alma é Imortal?



Sobre o assunto da imortalidade da alma, povos e religiões tem crenças diferentes. Mas o que os identifica é a crença de que existe uma alma que não morre, ao contrário do que DEUS ensina. De Babilônia veio a doutrina, e com a confusão das línguas se espalhou na formação das nações do mundo. Assim se desenvolveu uma religião falsa baseada na mentira de Lúcifer aplicada a Eva e seu marido: “É certo que não morrereis” Gên 3:4.

No Irã e no Império Persa os mortos eram enterrados com suas melhores roupas para disporem na outra vida. Os egípcios tinham na imortalidade da alma uma crença fundamental. Osíris era o deus principal do além da vida. Por isso preservavam os corpos dos mortos para permitir reencarnação, se fosse o caso. Na Grécia, Pitágoras (matemático) defendia que a alma era imortal. Tales de Milleto, o primeiro filósofo conhecido achava que a alma era imortal, e ela existia também nos animais e nas plantas, até nas rochas, no vento e no imã. Assim também Sócrates e Platão, e os outros filósofos defendiam existir uma alma imortal. Na Índia é aceita em todas as religiões como no budismo, jainismo, siquismo, hinduísmo, assim em toda Ásia Oriental. “A lei do karma, da causa e efeito, combinada com a imortalidade da alma e a possibilidade de reencarnação funcionavam perfeitamente como lei moral, anunciando a recompensa ou a punição na próxima vida.” O budismo por exemplo, prega um ciclo de mortes e de renascimentos de aperfeiçoamento até atingir a Paz. Com variações às crenças na Índia, na China, Japão e no Tibet aceita-se a imortalidade. No Xintoísmo, por exemplo, se acredita que a alma sobrevive à morte. Os enlutados fazem cerimônias para pacificar a alma do morto que não fosse boa pessoa. Eles tem um culto aos espíritos dos antepassados, e com o tempo a alma pode se tornar um deus e vir a ser um guardião ancestral.

“Para o taoísmo o objetivo da vida é harmonizar a atividade humana com Tao, o “caminho da natureza”. Tao é o princípio governante do Universo, não teve princípio nem terá fim e se a pessoa conseguir viver de modo natural (conforme com a natureza) participa de Tao e se torna eterna, como ele. Os taoístas fazem experiências de meditação, exercícios respiratórios e dieta severa em busca do equilíbrio físico e mental que resulta da combinação das forças opostas yin e yang (feminina e masculina).”

O confucionismo, de Kung Fu Tse, preocupa-se com o Além. Faz culto aos antepassados e cerimônias em que envolvem os mortos. Até entre os judeus se infiltrou a crença na imortalidade da alma. Filo, um filósofo judeu, influenciado por Platão do qual era discípulo, defendeu a idéia de que na morte a alma retorna ao seu estado pré-natal original. Ela volta ao mundo espiritual. Os rabinos do Talmude (livro das tradições judaicas escrito após o século II dC) acreditavam na continuidade da vida da alma após a morte do corpo. Criam na preexistência da alma. A Cabala ensina até a reencarnação.

No cristianismo JESUS cria na ressurreição da carne e não na imortalidade da alma. Mas a partir de meados do segundo século da era cristã, a filosofia grega platônica influenciou muitos líderes da igreja, como Orígenes (185–254) e Agostinho de Hippona (354–430), esse neoplatônico. E a crença na imortalidade invadiu o cristianismo, e não foi revogada pelo protestantismo, senão pelo adventismo, no século XIX.

No islamismo, surgido com Maomé em 632 dC, o Corão registra que a alma é imortal, que continua viva após a morte e que as almas premiadas viverão num paraíso após a morte do corpo e as condenadas vão para o inferno.

Assim a mentira que nos fez cair em desgraça continua fazendo o mesmo efeito ao longo dos séculos e dos milênios. Se muitas leis não pegam, essa mentira pegou! Satanás é um mestre na mentira, e as pessoas, em maciça maioria acreditam nela.

O estado dos mortos


1. Quais os seres estão determinados a morrerem e que lugar vão?

“Porque eu sei que me levarás à morte e à casa do ajuntamento determinada a todos os viventes.” Jó 30:23
“Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais, e lhes sucede a mesma coisa; como morre um, assim morre o outro; e todos têm o mesmo fôlego, e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade. Todos vão para um lugar; todos foram feitos do pó, e todos voltarão ao pó.” Eclesiastes 3:19 e 20.


2. Qual é o estado que Bíblia expressa ser a morte?

“Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.” I Tessalonicenses 4:13.
“Assim falou; e depois disse-lhes: Lázaro, o nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono. Disseram, pois, os seus discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo. Mas Jesus dizia isto da sua morte; eles, porém, cuidavam que falava do repouso do sono. Então Jesus disse-lhes claramente: Lázaro está morto.” João 11.11 a 14.
“Disse-lhes: Retirai-vos, que a menina não está morta, mas dorme...” Mateus 9:24.
“E disse o Senhor a Moisés: Eis que dormirás com teus pais... Assim morreu ali Moisés, servo do Senhor, na terra de Moabe, conforme a palavra do Senhor.” Deuteronômio 31:16; 34:5.

3. Em que lugar estão dormindo os mortos?

“E muitos dos que dormem no pó da terra...” Daniel 12:2.

4. Por quanto tempo permanecerá os mortos, dormindo no pó da terra?

“Assim o homem se deita, e não se levanta; até que não haja mais céus, não acordará nem despertará de seu sono.” Jó 14:12.

5. Quais os dois elementos, que Deus usou para criar o homem?

“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.” Gênesis 2:7.

6. O que ocorre com o corpo, com o "fôlego de vida" e com os pensamentos dos homens por ocasião da morte?

“No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.” Gênesis 3:19.
“E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.” Eclesiastes 12:7.
“Sai-lhe o espírito, volta para a terra; naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos.” Salmos 146:4.

7. Os mortos sabem alguma coisa, tem eles alguma recompensa?

“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento.” Eclesiastes 9:5.
“Também o seu amor, o seu ódio, e a sua inveja já pereceram...” Eclesiastes 9:6.
“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há... conhecimento, nem sabedoria alguma.” Eclesiastes 9:10.

8. Pode os mortos participarem das coisas terrestres?

“Também o seu amor, o seu ódio, e a sua inveja já pereceram, e já não têm parte alguma para sempre, em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.” Eclesiastes 9:6.

9. Os mortos são capazes de realizarem obras ou projetos?

“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto,...” Eclesiastes 9:10.

10. Quanto sabe os mortos acerca dos seus filhos?

“Os seus filhos recebem honra, sem que ele o saiba; são humilhados; sem que ele o perceba.” Jó 14:21.

11. Podem os mortos lembrar de Deus ou louva-lO?

“Porque na morte não há lembrança de Ti; no sepulcro quem te louvará?” Salmos 6:5.
“Os mortos não louvam ao Senhor, nem os que descem ao silêncio.” Salmos 115:17.

12. Quanta vezes aos homens está ordenado a morrerem?

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez...” Hebreus 9:27.

13. Qual é o último inimigo a ser destruído?

“Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte.” I Coríntios 15:26.

14. Os justo vão habitar no céu quando morrem?

“Porque Davi não subiu aos céus...” Atos 2:34.
“Antes que eu[Jó] vá para o lugar de que não voltarei, à terra da escuridão e da sombra da morte; Terra escuríssima, como a própria escuridão, terra da sombra da morte e sem ordem alguma, e onde a luz é como a escuridão.” Jó 10:21 e 22.

15. O que Jó disse esperar depois da morte?

“Morrendo o homem, porventura tornará a viver? Todos os dias de meu combate esperaria, até que viesse a minha mudança.” Jó 14:14.


16. Quando ocorrerá a ressurreição dos justo?

“Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.” I Tessalonicenses 4:15 e 16.
“...Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos.” I João 3:2.


17. Quando os justo se revestir da imortalidade o que acontecerá?

“E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?” I Coríntios 15:54 e 55.

Entenda a Parábola do Rico e do Lázaro 


1- Parábolas são estórias de ficção.


A Bíblia Sagrada traz mais de 21 passagens que afirmam que a morte é um sono. No entanto muitos religiosos ficam ao lado da parábola do rico e do Lázaro (Lucas 16:13-31) pelo qual consideram uma história verdadeira, na qual haveria vida espiritual após a morte (sem ressurreição)

Não percebem o absurdo disso!!

Parábolas são estórias de ficção. Não houve uma mulher especifica que perdeu uma moeda (Lucas 15:8), um cara não vendeu todos os seus bens para comprar a pérola de grande valor, (Mateus 13:46) não houve um filho pródigo que foi embora e comeu comida de porcos, (Lucas 15:16) não houve um Senhor Justo que executou os servos na sua presença (Lucas 19:27) pois ele seria assassino, não houve um administrador infiel elogiado pelo seu Senhor (Lucas 16:8).

Parábolas são estórias de ficção que remetem seus ouvintes a verdades ocultas. Na parábola da candeia não existe alguém que coloca ela debaixo do alqueire (Lucas 11:33). Não é disso que a parábola está falando!

Por exemplo: A Parábola da Pérola

MT 13:46: E, encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e comprou-a.

Jesus está comparando esta estória fictícia ao fato de termos que nos esforçarmos para entrarmos no reino de Deus. Ninguém em sã consciência vai vender todos os seus bens para comprar uma pérola, mas pode ser que alguém faça isso para entrar no reino de Deus. Pode ser que alguém desista de tudo desta vida (os bens vendidos na parábola) e seus maiores sonhos (tenho uma amiga que desistiu de ser modelo) para entrar no reino.

Vejamos a parábola do semeador (Mateus 13:1-9). Este semeador nunca existiu. Ele não existe! É uma história de ficção! A explicação da parábola vem logo em seguida (versos 10-23) e não tem nada haver com a falência ou a riqueza do pobre semeador que teria perdido parte das sementes sufocadas pelos espinhos, o solo inapropriado e as aves.

E será que existe alguém que se casou e mandou convidar mendigos, pobres, aleijados e andarilhos imundos pra sua festa? (Luc 14:15-24) Não, esta pessoa não existe. Esta parábola não é uma noticia de jornal. Ela quer passar o ensino espiritual de que o evangelho é levado aos Reis, Sacerdotes e a Classe Alta, que poderiam aceitar e usar seus recursos financeiros para evangelizar o mundo. Como eles recusam, os pobres entrarão no Reino [pois aceitam mais fácil], enquanto as pessoas ‘importantes’ deste mundo, ficarão de fora.

Vamos ver o significado da palavra Parábola?

Dicionário Houaiss

PARÁBOLA
Acepções
■ substantivo feminino
1 narrativa alegórica que transmite uma mensagem indireta, por meio de comparação ou analogia
1.1 narrativa alegórica que encerra um preceito religioso ou moral, esp. as encontradas nos Evangelhos
Ex.: a p. do filho pródigo

Vamos ver o significado de alegoria

ALEGORIA
Acepções
■ substantivo feminino
modo de expressão ou interpretação us. no âmbito artístico e intelectual, que consiste em representar pensamentos, idéias, qualidades sob forma figurada e em que cada elemento funciona como disfarce dos elementos da idéia representada.

Como o próprio dicionário atesta, parábolas são estorinhas de ficção. Um exemplo de parábola extra bíblica é a estória da Lebre e da Tartaruga que visa ensinar as crianças lições morais.

2- O significado da Parábola


Antes de iniciar a parábola, Jesus estava falando que não podemos servir a Deus ou a Mamon, o deus das riquesas. Os fariseus zombavam dele:

(Lucas 16:13-14) – Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. E os fariseus, que eram avarentos, ouviam todas estas coisas, e zombavam dele.

A Parábola foi dita como repreensão a sua avareza. Os livros do antigo testamento exigem ajuda aos pobres e necessitados. Jesus ensina que se não escutarem estes livros (Moisés – 5 primeiros e os Profetas - vários livros) estarão perdidos:

(Lucas 16:29 e 31) – Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.

Sendo assim, o significado espiritual desta estória de ficção é que os avarentos e aqueles que não ouvem Moisés e os Profetas, não entrarão no Reino.



Doutrinas - A Verdade Sobre o Sábado:



A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece o sábado como sinal distintivo de lealdade a Deus (Êx 20:8-­‐11; 31:13-­‐17; Ez 20:12, 20), cuja observância é pertinente a todos os seres humanos em todas as épocas e lugares (Is 56:1-­‐7; Mc 2:27). Quando Deus “descansou” no sétimo dia da semana da criação, Ele também “santificou” e “abençoou” esse dia (Gn 2:2, 3), separando-­‐o para uso sagrado e transformando-­‐o em um canal de bênçãos para a humanidade. Aceitando o convite para deixar de lado seus “próprios interesses” durante o sábado (Is 58:13), os filhos de Deus observam esse dia como uma importante expressão da justificação pela fé em Cristo (Hb 4:4-­‐11).

A observância do sábado é enunciada em Isaías 58:13, 14 nos seguintes termos:

“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor.”

Questões fundamentais:

Quando e quem criou o Sábado? A Bíblia diz em Gênesis 2:1-2 “Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército. Ora, havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera.”
Por que razão devemos guardar o Sábado? É um monumento à criação. A Bíblia diz em Êxodo 20:11 “Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.”
Segundo Cristo, para quem foi o Sábado criado? A Bíblia diz em Marcos 2:27 “E prosseguiu: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado.”

Tira-dúvidas:


1. O sábado não é só para os judeus?

Não. Jesus disse: “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado.” Marcos 2:27. Não somente para os judeus, mas para o homem – todo homem e toda mulher em todos os lugares. Os judeus só passaram a existir 2.500 anos após o estabelecimento do sábado.


2. O texto de I Coríntios 16:1 e 2 não fala de ofertas na escola dominical?

Não faz referência alguma a reunião pública. O dinheiro devia ser separado em particular, em casa. Havia fome na Judéia (Romanos 15:26; Atos 11:26-30), e Paulo estava escrevendo às igrejas da Ásia Menor para que ajudassem. Todos esses cristãos guardavam o sábado, e assim Paulo sugeriu que no domingo pela manhã, após o sábado [era quando pagavam seus débitos e punham em ordem suas contas], eles separassem algo para os irmãos necessitados, a fim de que estivessem preparados quando ele viesse. Isso devia ser feito em particular, ou seja, em casa. Não há nenhuma referência ao domingo como dia santo. De fato, a Bíblia não sugere nem ordena em lugar algum a observância do domingo.


3. Atos 20:7-12 não é uma prova de que os discípulos guardavam o domingo como dia santo?

De acordo com a Bíblia, cada dia começa com o pôr-do-sol e termina com o pôr-do-sol seguinte (ver Gênesis 1:5, 8 e Levítico 23:32), e a parte escura do dia chega primeiro. Portanto, o dia de repouso começa com o pôr-do-sol de sexta-feira e termina ao pôr-do-sol de sábado. Esta reunião de Atos 20 foi realizada na parte escura do domingo, o que hoje chamamos de sábado à noite, e durou até a meia-noite. Paulo sabia que não veria essas pessoas outra vez antes de sua morte (verso 25). Por isso, não é estranho que pregasse durante tanto tempo. [Uma reunião semanal não teria durado tanto tempo.] A reunião ocorreu na parte escura do primeiro dia da semana [o que chamamos sábado à noite] porque Paulo “devia seguir viagem no dia imediato”. “Partir o pão” não tem nenhum significado de “dia santo”, porque eles o partiam todos os dias (Atos 2:46). Não há o menor indício nesta passagem das Escrituras de que o primeiro dia da semana é santo, nem de que esses primeiros cristãos assim o cressem. Tampouco há a mais remota evidência de que o dia de repouso tivesse sido mudado. A Bíblia refere-se ao domingo como ‘dia de trabalho’ em Ezequiel 46:1. Deus jamais pediu a quem quer que fosse para guardar o domingo como dia santo. A propósito, a reunião de Atos 20 é mencionada nas Escrituras por causa do milagre da ressurreição do jovem que sofrera um acidente fatal durante a cerimônia.


4. Mas não se perdeu a noção do tempo nem dos dias da semana, desde o tempo de Cristo?

Não. Enciclopédias de grande credibilidade e livros de referência deixam claro que nosso sétimo dia é o mesmo que Jesus guardou como dia santo. É um fato que pode ser comprovado.


5. Mas João 20:19 não é um relato provando que os discípulos instituíram a observância do domingo em honra da ressurreição?

Muito ao contrário, esses discípulos não criam que a ressurreição havia ocorrido (Marcos 16:14). Eles estavam reunidos com “medo dos judeus”, e tinham trancado as portas. Não há a menor idéia aqui de que eles consideravam o domingo como um dia santo. Há apenas oito textos no Novo Testamento que mencionam o primeiro dia da semana. [A palavra “domingo” não existe na Bíblia.] Os primeiros cinco tratam da ressurreição: Mateus 28:1, Marcos 16:2, Marcos 16:9, Lucas 24:1, João 20:1. Já discutimos os outros três (João 20:19, Atos 20:7 e I Cor. 16:1 e 2) nas perguntas anteriores. Nenhum deles faz a mais remota inferência de que o domingo é dia santo.


6. E Colossenses 2:14-17 não suprime o sábado?

De maneira alguma. Essa passagem refere-se apenas ao sábado como “sombra das coisas que haviam de vir”, e não ao sétimo dia, o sábado. Havia sete dias santos no antigo Israel que eram chamados sábados. Foram dados em acréscimo, ou “além dos sábados do Senhor” (Levítico 23:38) ou sábado do sétimo dia. Eles prefiguravam a cruz e terminaram na cruz, mas o sábado do Senhor foi estabelecido antes da entrada do pecado, e portanto, esses sábados não podiam prefigurar nada sobre livramento do pecado. Esta é a razão pela qual Colossenses faz menções específicas dos sábados que eram “uma sombra”. Esses sábados anuais que foram abolidos na cruz, são mencionados em Levítico 23.


7. De acordo com Romanos 14:5, o dia que guardamos é um assunto de opinião pessoal?

As palavras “todos os dias” referem-se aos seis dias de trabalho. (Ver Êxodo 16:4, 5, 26, etc.) O sábado do sétimo dia não está envolvido. A discussão gira em torno dos sete sábados anuais e sua validade após a cruz. Note que todo o capítulo trata do assunto: julgar uns aos outros (ver versos 4 e 13). Paulo não diz nada sobre o que está certo ou o que está errado. Ele simplesmente diz: “Não nos julguemos mais uns aos outros” (Romanos 7:7, 12 e 14; I Coríntios 7:19; 9:21).